Brasil não vê necessidade de fracionar vacinas de febre amarela

Ministro da saúde afirma que não surgiram fatos novos que mudassem cenário da doença

O governo brasileiro não vê necessidade de fracionamento de vacinas de febre amarela neste momento, mas estará preparado para implementar a medida, caso o cenário mude. A afirmação é do ministro da Saúde, Ricardo Barros, feita na segunda-feira (10), em Washington. Segundo ele, nas últimas três semanas não surgiram fatos novos que exijam a imunização da população em grandes centros urbanos.

A avaliação do governo em relação à vacinação foi confirmada pela direção da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), que se reuniu com Barros. Apesar disso, o governo já realizou treinamento de pessoal e comprou seringas que seriam usadas nessa operação de fracionamento.

Barros afirmou ainda ser “natural” que outros países peçam certificado de vacinação para brasileiros que vivem em áreas com recomendação de vacinação e de seus cidadãos que viagem para essas mesmas regiões. Há 19 Estados brasileiros estão nessa classificação.